“Humanos
direitos teem direitos, vagabundo não é humano, é vagabundo”. Esta é a clássica
frase de efeito de um personagem de meus contos policiais, o Conde, um policial
linha dura que não tolera bandido. O Conde, ou Vlad, fazia relativo sucesso entre os
leitores, policiais ou não, do site onde publicava meus contos.
Minhas Quase Escrituras
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Vinte e dois
Ela dormia o sono dos inocentes. A
mão dele, como sempre, repousava em sua nádega nua. Por vezes dava uns apertões
para sentir a textura do músculo, seu objeto de desejo, que ela, desde que se
conheceram, negava, fazendo com que ele a desejasse cada vez mais. Mas ela
sempre negava.
Como sempre, ele levanta-se da cama,
veste uma roupa e sai pelas ruas escuras, sentindo ainda em suas mãos o calor e
a textura daquela pele. Vagava por horas sem se preocupar se ela iria acordar e
quinta-feira, 9 de junho de 2011
A Morte Me Espera Na Esquina
- Bate! Pode bater. Mas bata como homem. É só isso que consegue? Minha cadelinha bate mais forte.
Cuspi uma bola de sangue após o quinto soco na boca. A essa altura do campeonato eu já estava amortecido de tanta porrada e já não tinha expectativas de sair ileso.
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